Ingrid Oliveros

  • Como você chegou a Baxter RCS?

Comecei em 2004 quando era apenas a Medicorp e a Baxter era a parceira econômica naquela época, depois de 2004 até 2008 veio a mudança e nos tornamos Baxter.

 

  • Há quanto tempo você está na RCS?

Desde 2008, então completo 14 anos.

 

  • Qual é a sua função na RCS?

Eu sou coordenadora nacional de enfermagem e responsável pelas cinco unidades renais que estão distribuídas em 5 áreas departamentais. Minhas atribuições são a leitura dos protocolos e sua implantação 100% em todas as clínicas para que todo o serviço seja unificado.

 

  • Como é o seu dia a dia na região?

Quando eu era técnica fazia atendimento direto ao paciente, agora como coordenadora tenho um cronograma administrativo. Entro às 5h da manhã, verifico as máquinas, vejo se tem vazamento e se tudo está funcionando. A equipe chega entre 5h30 e 5h40 e devo me certificar de que ninguém está faltando, e se alguém está faltando, devo verificar como a equipe está coordenada para cobrir o atendimento ao paciente.

Em seguida, a equipe se reúne em grupos e damos treinamento sobre os protocolos de acompanhamento por meio de vídeos e apresentações tanto pela manhã quanto à tarde. Supervisiono a ligação das máquinas às 6h00, que são 3 grupos e pretende-se que todos cumpram com os respectivos equipamentos e normas de biossegurança do COVID-19. Meu dia a dia é supervisão, treinamento e implementação.

 

  • Qual é a parte mais importante do seu trabalho?

Cuidado ao paciente, que ele esteja bem cuidado e que saia melhor do que quando entrou.

 

  • O que a motiva a permanecer na RCS?

Que seja uma empresa transparente, que dá a todos nós ferramentas de trabalho, que nos permite crescer dentro da empresa, e bem, eu vivi isso. Está repleta de pessoas responsáveis ​​e muito atentas às necessidades do pessoal. O acima exposto me motiva a ficar aqui.

 

  • Quais cargos / posições você ocupou ao longo de sua carreira na RCS?

Inicialmente eu era técnica, sou profissional enfermeira e técnica em hemodiálise. Pois é, comecei aqui como técnica porque aqui não existe o papel do profissional de enfermagem como tal. Fiquei 4 anos atendendo os pacientes, depois coordenei em Escuintla por três anos e finalmente me ofereceram a coordenação nacional de enfermagem por ter o diploma que a credencia, estou nesta função há 7 anos.

 

  • Na execução de seu trabalho, como você sente que cumpre nossa missão de Salvar e Sustentar Vidas?

Porque devemos verificar que tudo é feito pelo e para o paciente com 100% de cumprimento dos protocolos, sempre com a certeza de que o paciente é o nosso principal motor de Salvar e Sustentar Vidas. Procuramos fazer com que o paciente saia 100% e que tenha a certeza de que aqui estaremos cuidando dele como deve ser.

 

  • O que você diria para você de 15 anos atrás?

Eu disse a mim mesma. Assim que vi a unidade renal, pensei: “Eu gostaria de coordenar e ser chefe dessa clínica”, mas diante das minhas expectativas foi tudo mais longe, porque agora sou a coordenadora nacional de enfermagem e já coordeno 5 clínicas.

 

  • Que conselho profissional você daria a alguém que está começando a carreira?

A este novo profissional, que se atenha à oportunidade que esta empresa em crescimento nos dá, que siga as regras quando recebe treinamento, que aproveite tudo o que a RCS nos dá tanto nas implementações, como crescimento teórico, políticas, formação, aprendizagens no manuseio de Versia, o que nem todas as empresas têm. Além disso, o conhecimento da nova tecnologia e prestação de serviço ao paciente com este tipo de tecnologia avançada. Que esse pessoal se apegue e aprenda muito porque aqui temos muito espaço para crescer e isso depende de nós mesmos.

 

  • Que conselho você daria às suas equipes para enfrentar 2021 da melhor maneira?

Com esta questão da pandemia há muita insegurança e pelo mesmo motivo o aprendizado que tivemos que em um descuido a vida está em risco. Simplesmente que sigamos as regras de biossegurança em todos os momentos, sejamos rígidos, não baixemos a guarda, consideremos normal que essa pandemia veio para ensinar o quão vital é a família e cuidar de nós mesmos, principalmente dos nossos pacientes, porque atrás deles há uma grande família que está esperando por eles. Simplesmente aceite os desafios e enfrente-os.

 

  • Dos aprendizados de 2020, você aplicou alguma ação ou tem algum objetivo relacionado a ela?

Para este ano chegamos com a questão da implantação da reciclagem, tive a oportunidade de receber um treinamento em um projeto e implementei. Esse projeto era sobre soluções salinas, que são sacolas plásticas recicláveis ​​e com isso fizemos uma parceria com a Biotrash e vimos a oportunidade de reciclar essa sacola. Esta bolsa pode ser convertida em sola de sapato, o que foi conseguido porque a Biotrash comprou uma máquina onde derretem o plástico e vira sola de sapato, depois é entregue aos sapateiros e eles produzem sapatos para meninos e meninas do mais alto nível para escola e isso é doado. A primeira doação foi de 250 calçados infantis. Com a pandemia, a reciclagem continua e já existe uma quantidade muito boa de reciclagem e calçados para doar, isso será doado para algumas crianças em idade escolar em dois departamentos.

 

  • Qual foi o seu maior aprendizado ao longo de sua carreira profissional?

Amadurecer, amadureci muito, aprendi muitas coisas administrativas que não sabia antes, gestão de pessoas, tenho me formado muito bem em todas as áreas como educacional e administrativa porque todas elas são praticamente uma escola. (administração, recursos humanos e clínica) e aprendi sobre gestão de pessoas e isso tem me servido muito no dia a dia.

 

  • Como você projeta a RCS em 10 anos?

Como uma empresa ótima porque atualmente é uma empresa muito transparente que fornece todos os recursos, se preocupa com o pessoal, porque protege o meio ambiente e os pacientes. Vejo muito futuro para a empresa isso porque os negócios sobem e descem, mas a RCS permanece. RCS está subindo!